Riqueza sem fim, pedaço de mim.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011


Ela sabe o que ela quer ...

Filha, mamãe fez um video com uma música que parece ter sido escrita para você: Isabel da banda Capital Inicial, o Dinho Ouro Preto escreveu a música para filha dele. Mamãe que sempre gostou da banda e curtia a música há um tempinho dez anos talvez rs, quando ainda nem imaginava ter uma filha tão linda e esperta como você!



O papai resolveu cantar a música adaptada com seu nome que ficou assim:

Sayurinha
Não quer mais dormir sozinha
Da cozinha
Eu posso ouvir ela gritar
Sem parar
Ela quer me enlouquecer
E pode ser
Que ela consiga no final
Mas não faz mas mal porque
Sa-yu-rinha
Só quer me torturar
(aha, aha, aha, aha)
Ela sabe o que ela quer
Ela quer o mundo
E quer sem demora
Ela sabe o que ela quer
Ela quer o mundo
E ela quer agora
Ela sabe o que ela quer
Sayurinha
Eu quero ser como você
Esquecer
E só fazer o que eu quiser
Sem sequer
Me preocupar por um segundo
No seu mundo
Ninguém pode entrar
Mas não faz mal, porque
Sayurinha
Só faz o que ela quer
(aha, aha, aha, aha)
Ela sabe o que ela quer
Ela quer o mundo
E quer sem demora
Ela sabe o que ela quer
Ela quer o mundo
E ela quer agora
Ela sabe o que ela quer
Sayurinha, Sayurinha, Sayurinha, Sayurinha.

Papai cantando e tocando essa música pra você ontem foi muito bunitinho *-*  pena mamãe não ter gravado .___. mas ainda fazemos isso! ^^



Papai e Mamãe te ama muito e você é nosso Mundo.
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011


Mãe de uma high need autêntica

O que é um high need baby? Bom, ninguém sabe realmente até ter um. High need baby é um bebê de alta necessidade, não significa que o bebê tenha retardo não! Apenas, é um bebê intenso na forma de manifestar suas necessidades e sentimentos.
Quando minha pequena nasceu logo vi que ela não era igual aos outros bebês, enquanto o bebê das outras mulheres ali comigo mamavam e dormiam a minha fazia questão de marcar presença .. rs chorava e exigia um colinho andante, sim com apenas 2 dias de vida ja queria passeio o que ficou por conta de minha mãe, pois no momento estava um pouco impossibilitada de andar.
Para minha pequena so estava bom se estivesse no colo e no peito, sem falar das vezes que ela chorava desesperada mesmo depois de esgotarmos todas as opções de consolâ-la. Foi quando começaram os pitacos de estava acostumando minha bebê mal que dar colo demais não é bom, que ela poderia estar com fome e por ai vai ... Eu mãe de primeira viagem fiquei totalmente confusa, exitei ao máximo deixa-la dormir comigo, virei noites sentada no sofá com ela no colo, cheguei a cogitar dar formula para minha filha. Mas a intuição de mãe falou mais alto ignorei tudo que ja tinha ouvido e lido sobre bebês e comecei a agir por instinto: dei colo, dormi com ela do meu ladinho mamando em livre demanda e fiz o tudo que chamam de "mimar o bebê" detesto esse termo. Até que um dia pesquisando sobre o sono de bebês na internet descobri a comunidade sobre o livro Soluções para noites sem choro  quando li o texto do Dr Sears que a Andreia postou, senti um misto de alivio e alegria, pois ler aquilo só confirmou meu sentimento e pude entender melhor minha filha. 
Minha bebê exige mais atenção é colinho onstop, durante o dia so dorme no meu colo, de noite dorme comigo, não aceita berço ou carrinho por muito tempo  e muito menos ficar sozinha. Passo praticamente o dia todo com ela no colo revezando com as titias, vovó e vovô e o papai, ela não aceita colo de estranhos.Mas tem seu lado positivo também.

Encontrei traduzido no blog Nave Mamãe as 12 características de high need, no qual minha pequena se enquadra muito bem em todas. rs

O texto apresenta 12 características dos bebês com altas necessidades, frisando que nenhuma característica é negativa, são apenas descritivas.

Explica que o bebê high need é diferente desde a gestação, sendo um exímio chutador. 
1- Intensos

Eles choram alto, mamam vorazmente, gargalham com gosto e protestam com força.

Ele diz que bebês intensos viram crianças intensas que exploram e experimentam com tudo. Já sabemos disso por aqui com um bebê, imaginem quando este bebê for uma criança...

2 - Hiperativos

Hiperatividade como descrição e não como doença. Precisa de mais explicações? Eles parecem sempre ligados no 220V!

3 - "Drenadores"

Dr. Sears sugere que sifão seja mais acurado que dreno, pois as mães transferem suas energias para o bebê e também que uma atitude mais positiva seja melhor: ao invés de pensar em dias de esgotamento, pensar em dias de doação (numa tradução beeeem livre).

E completa com uma frase que dificilmente uma mãe de high need discordará: a necessidade aparentemente constante de colo, seio e conforto faz com que sobre pouca energia para a mãe.

E é arrebatador ao dizer:

"Haverão dias de colo incessante e sem pausas. Mas quando você sente que não consegue lidar com outro dia de doação, você toma fôlego e de repente consegue relaxar e aproveitar a personalidade única de seu bebê florecer. É como se o bebê sentisse o limite da mãe e recuasse um pouco. É provável que não existam dias de folga, mas alguns dias serão menos difíceis que outros."

4 - Mamam frequentemente

"Você vai aprender rapidamente que a amamentação não é somente uma fonte de nutrição, mas uma ferramenta de conforto".

As necessidades do bebê irão se intensificar durante os dias de altas necessidades e vão gravitar entre a chupeta favorita e a pessoa favorita, o que, no caso de um bebê amamentado no seio, são a mesma coisa.

"Você vai se sentir uma chupeta humana, porque você é".

Em inglês, chupeta é "pacifier", que significa "o que dá paz". Então, no final das contas, não é ruim ser aquela que traz a paz pro bebê. Eu não acho, ao menos.


5 - Demandantes

Eles não gostam de esperar e não aceitam alternativas.

Porém se ele sente que pode confiar nos cuidados dos pais, que eles vão atendê-lo, ele passa a fazer suas exigências de um modo mais socialmente aceitável.
O Dr. Sears comenta que esta será uma pessoa determinada, que luta pelos seus direitos, um líder. Diz ainda que é uma característica que os leva ao êxito e ao sucesso, pois eles levarão também os professores à exaustão, extraindo deles a ajuda e a educação de que precisam. É uma valiosa ferramenta de sucesso na vida.

Aos pais cabe a missão de ensiná-los a balancear suas necessidades e às dos outros.

6. Acordam frequentemente

 Fala por si só.

7 - Insatisfeito

"Não estar apto a satisfazer as necessidades do bebê é muito frustrante para os pais de um bebê de altas necessidades. Parece um ataque direto em suas habilidades. Afinal, um bebê contente não é a marca de uma maternidade efetiva? Errado! Haverão dias que você irá amamentar, embalar, caminhar, dirigir, vestir e tentar todas as técnicas de conforto conhecidas pelo homem ou mulher e nada irá funcionar. Não leve isso como sinal de fracasso. Você faz o melhor que pode e o resto é com o bebê. Você não falhou como mãe até mesmo se seu bebê é triste o tempo todo. Isso é simplesmente parte da personalidade dele. Enquanto isso, continue experimentando uma ferramenta de conforto após a outra, e você vai eventualmente descobrir uma que funcione - ao menos naquele dia. Então você se sentirá um gênio. Mantenha seu chapéu de detetive para achar pistas do disconforto do bebê. Constante experimentação e erro é como você irá construir suas habilidades para acalmar bebê."

8 - Imprevisível

"É frustrante descobrir que o que funcionava ontem não funciona hoje."

"Embalar, caminhar, usar sling, cantar canções de ninar, posição do ventre, de bruços, de lado, cadeirinhas, chupetas, inclinar o colchão da cama, trazê-lo pra cama, aconchegá-lo no peito ou no peito nú, banhá-lo antes da hora de dormir, garrafas de água quente enroladas em pele falsa de animal (oi?), deixá-lo acordado até a meia noite antes de começar os procedimentos para dormir, começar logo após o jantar, deixar chorar, não deixar chorar, nada pareceu funcionar. Algumas dessas coisas funcionaram por um tempo, nada funcionou o tempo todo. Isso é bastante frustrante e fará você pensar constantemente o que está fazendo de errado."

Além disso eles têm mudanças extremas de humor: quando estão felizes são os bebês mais felizes do mundo, quando estão bravos são os piores bebês do mundo.

9 - Super-sensíveis

Estão sempre alertas com o que está acontecendo no ambiente, sendo facilmente superestimulados ou se entediando rapidamente. Eles preferem ambientes seguros e conhecidos.

Enquanto a rotina da casa pode continuar normal com a maior parte dos bebês, com os sensíveis, o menor ruído os acorda.

Eles não aceitam cuidadores substitutos com facilidade.

"Essa sensibilidade acurada ao ambiente se torna uma recompensa quando eles crescem. Essa criança está sintonizada com o que acontece a sua volta. Eles não são crianças distantes. Essa aguçada consciência estimula sua curiosidade que, por sua vez, estimula o aprendizado. Eles se tornam crianças que se importam. Eles se incomodam com o machucado de outra criança. Desenvolvem empatia, qualidade em falta em muitos adolescentes e adultos hoje em dia. Porque essas crianças são tão sensíveis, eles desenvolvem um ótimo discernimento e são capazes de considerar os efeitos de seu comportamento nos sentimentos dos outros. São capazes de alcançar a última qualidade de auto-controle: a habilidade de pensar no que estão fazendo."

10 - "Não dá pra tirá-lo do colo"

Eles querem contato pele com pele, colo, peito e cama. Eles extraem todo contato físico que podem de seus cuidadores. Às vezes colo não é suficiente e eles querem um colinho-andante.

"Esse colo constante pode ser particularmente difícil para pais de primeira viagem que esperam ter um bebê modelo de revista, aquele que fica tranquilo em seu berço admirando o caro móbile."

Para esse bebê os braços e os corpos dos pais são seu berço, o seio da mãe é a chupeta e o colo embalado é a cadeira!

Eles são sensíveis ao ânimo do carregador, que deve estar calmo e relaxado e preferem ser carregados com cuidado e sem superestimulação.


11 - Não se acalmam sozinhos

"Outra expectativa não realista de pais de primeira viagem é que esse bebê se acalme pra dormir com a ajuda de uma chupeta, uma caixa de música ou qualquer instrumento pra acalmar bebês. Eles são mais espertos do que isso. Eles querem interagir com pessoas e não com coisas."

"Eles precisam de ajuda para dormir. Precisam aprender a confiar na ajuda dos pais. Isso vai ajudá-los a relaxar por si próprios, uma lição que tem valor para vida. Chorar sozinho até dormir não é um bom meio de relaxamento. O melhor caminho para o bebê aprender a relaxar é ter o comportamento moldado pelo pai. Uma vez que ele aprenda a relaxar por si só, ele não terá problema em dormir sozinho quando estiver cansado."

Acho que ele quer se referir aos rituais pra dormir, porque "comportamento moldado" não é bem a praia desses bebês, que sabem muito bem o que querem!

"Querer pessoas ao invés de coisas, como chupetas, pode ser cansativo no início, mas irá trabalhar a favor da criança. Ela terá uma melhor compreensão sobre os relacionamentos interpessoais, especialmente se sentindo confortável com a qualidade da intimidade."


12 - Sensíveis à separação

A música "Only you" - somente você - pode ser o tema da maioria desses bebês. Eles não aceitam cuidadores substitutos e demoram a se afeiçoar a estranhos.

O texto em inglês traz o relato de uma mãe cuja filha nenhuma babysitter queria cuidar pela reputação de gritona que ela tinha. Fiquei imaginando se Lorenzo precisasse ficar em creche.

Dr. Sears comenta que, pra um bebê, ele e a mãe são uma só pessoa e ele sabe que precisa dela pra ser completo. Que "ansiedade pela separação" é um termo adulto que reflete as nossas expectativas de como queremos que um bebê aja para nossa conveniência, não como bebês realmente são ou o que eles realmente precisam.

"Ele é bastante seletivo em relação a seus cuidadores e isso demonstra um discernimento bastante desenvolvido. Eles sabem qual situação e em quais pessoas podem confiar para atender suas necessidades, e protestam se suas expectativas não são atendidas. Protestos barulhentos pela separação também revelam que esses bebês têm capacidade de formar laços profundos - se eles não se importassem tão profundamente, não protestariam tão alto pela separação. Essa capacidade é precursora da intimidade nas relações adultas."

Eventualmente o círculo de confiança vai crescer para incluir outras pessoas além da mãe. Eles estarão prontos pra ficar com outras pessoas aos 3 anos e meio ou antes se tiver fortes laços com a pessoa (pai, irmão, amigo íntimo da mãe, avós)

 Reitirado: Blog Nave Mamãe


Quis muito compartilhar, pois penso em quantas mamães de high need baby gostaria de ler isto.

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sexta-feira, 16 de setembro de 2011


Escolhas de mãe + ansiedade separação

Desde que minha pequena nasceu tão pequetita e precisando tanto de mim eu me vi com a necessidade de buscar o máximo de informação possivel para tantas dúvidas que iam surgindo. Descobri a Teoria da extero gestação que tanto me ajudou quando minha pequena chorava eu não sabia como consolá-la. Até mesmo minha mãe que teve sete filhos e esteve sempre ao meu lado me ajudando, se encantou com tantas descobertas que nos ajudou a entender melhor o universo dos bebês.
Enfim, quando a Sayuri tinha 2 mesinhos ainda, li sobre a ansiedade separação que geralmente começa entre 6 e 8 meses, fiquei com o coração apertado pois pensava em voltar a estudar exatamente quando ela teria 6 meses. E foi dito e feito, minha pequena que ficou aos cuidados de minha mãe chorava desconsolada na hora de dormir e quando finalmente dormia era soluçando nos braços da minha mãe nem meu leite que eu cheguei a tirar e deixar pra ela resolveu ela gospia tudo e chorava(leitinho so direto da fonte pra ela). Frequentei apenas uma semana de aula, não suportei chegar em casa e ver minha bebê com os olhinhos lacrimejando olhando pra mim como se pedisse:- não me abandona mais mamãe! Larguei tudo sem pensar, afinal vestibular tem ano que vem denovo, mas minha filhota tão pequena e precisando de mim não e logo vai estar uma moça e eu quero ter a certeza de que dei meu melhor pra ela.
Eu sei que muitas mães não tem o mesmo privilegio que eu de poder estar ao lado do filho em tempo integral e imagino o quanto dificil  deve ser pra elas. Longe de mim querer julgar alguém por isso cada um sabe de suas necessidades. A vida é assim nem sempre podemos fazer aquilo que queremos.

Bom vou deixar aqui um texto que foi postado na comunidade: Soluções para noites sem choro:




As separações e a crise dos oito meses 

Tradução de um trecno do capítulo O Choro e as Separações do livro The Science of Parenting de Margot Sunderland. Esse livro foi premiado em 2007 pela Academia Britânica de Medicina como o melhor livro de medicina popular. Não é um simples livro de conselhos para pais, mas sim um livro que, baseado em mais de 800 experimentos científicos, explica o que a ciência nos diz sobre como os diferentes tipos de criação afetam os nossos filhos.

 
Quando o bebê chega aos seis ou oito meses de idade, começa a operar a angústia da separação que, geralmente, continua a se manifestar de uma forma ou outra até os cinco anos. Em breve o bebê começa a sentir pânico quando não vê sua mãe. É preciso levar a sério a intensidade dos seus sentimentos. A mãe é o seu mundo, é tudo para o bebê, representa sua segurança.

Um pouco de compreensão
O bebê não está “chatinho” nem “grudento”. O sistema de angústia da separação, localizado no cérebro inferior está geneticamente programado para ser hipersensível. Nos primeiros estágios da evolução era muito perigoso que o bebê estivesse longe da sua mãe e, se não chorasse para alertar seus pais do seu paradeiro, não conseguiria sobreviver. O desenvolvimento dos lóbulos frontais inibe naturalmente esse sistema e, como adultos, aprendemos a controlá-lo com distrações cognitivas.
 


Se você não está, como ele sabe que você não foi embora para sempre?

Você não pode explicar que vai voltar logo, porque os centros verbais do seu cérebro ainda não funcionam. Quando ele aprender a engatinhar, deixe-o segui-la por todas as partes. Sim, até ao banheiro.
Livrar-se dele ou deixá-lo no cercadinho não só é muito cruel, também pode produzir efeitos adversos permanentes. Ele pode sentir pânico, o que significa um aumento importante e perigoso das substâncias estressantes no seu cérebro.


Isso pode resultar em uma hipersensibilização do seu sistema de medo, o que lhe afetará na sua vida adulta, causando fobias, obsessões ou comportamentos de isolamento temeroso. Pouco a pouco, ele vai sentir-se mais seguro da sua presença na casa, principalmente quando comece a falar.

A separação aflige as crianças tanto quanto a dor física

Quando o bebê sofre pela ausência dos seus pais, no seu cérebro ativam-se as mesmas zonas que quando sofre uma dor física. Ou seja, a linguagem da perda é idêntica à linguagem da dor. Não tem sentido aliviar as dores físicas, como um corte no joelho e não consolar as dores emocionais, como a angústia da separação. Mas, tristemente, é isso o que fazem muitos pais. Não conseguem aceitar que a dor emocional de seu filho é tão real como a física. Essa é uma verdade neurobiológica que todos deveríamos respeitar.

Às vezes, impulsamos nossos filhos a ser independentes antes do tempo


Nossas decisões como padres podem empurrar nossos filhos a uma separação prematura. Um exemplo seria enviá-los a um internato (1) pequenos demais. As crianças de oito anos ainda podem ser hipersensíveis à angústia da separação e ter muita dificuldade em passar longos períodos de tempo longe dos seus pais. Sua dor emocional deve ser levada a sério. O Sistema GABA do cérebro é sensível âs mais sensíveis mudanças do seu entorno, como a separação de seus pais. Estudos relacionam a separação a pouca idade com alterações desse sistema anti-ansiedade.

As separações de curto prazo são prejudiciais

Alguns estudos detectaram alterações a longo prazo do eixo HPA do cérebro infantil devido a separações curtas, quando a criança fica aos cuidados de uma pessoa desconhecida. Esse sistema de resposta ao estresse é fundamental para nossa capacidade de enfrentar bem o estresse na vida adulta. É muito vulnerável aos efeitos adversos do estresse prematuro. Os estudos com mamíferos superiores revelam que os bebês separados de suas mães deixam de chorar para entrar num estado depressivo.Param de brincar com os amigos e ignoram os objetos do quarto. À hora de dormir há mais choro e agitação. Se a separação continuava, o estado de auto-absorção do filho se agravava e lhe conduzia à letargia e a uma depressão mais profunda.
Pesquisas realizadas nos anos setenta demonstraram que alguns bebês cuidados por pessoas desconhecidas durante vários dias entravam em um estado de luto sofriam de um trauma que continuava a afligir-lhes anos depois. Os bebês estudados estavam sob os cuidados de adultos bem intencionados ou em creches residenciais durante alguns dias. Seus pais iam visitá-los, mas basicamente, estavam em mãos de adultos que eles não conheciam.
Um menino que se viu separado de sua mãe durante onze dias deixou de comer, chorava sem parar e se jogava ao chão desesperado. Passados seis anos, ele ainda estava ressentido com sua mãe. Os pesquisadores observaram a inúmeras crianças que haviam sido separadas de seus pais durante vários dias e se encontravam em estado de ansiedade permanente. Muitos passavam horas imóveis, olhando a porta pela qual havia saído sua mãe. Aquele estudo, em grande parte gravado em filme, mudou no mundo inteiro a atitude em relação às crianças que visitam suas mães no hospital.

Mas, não é bom o estresse?

Algumas pessoas justificam sua decisão de deixar o bebê desconsolado como uma forma de “inoculação de estresse”. O que significa apresentar ao bebê situações moderadamente estressantes para que aprenda a lidar com a tensão. Aqueles que afirmam que os bebês que choram por um prolongado período de tempo só sofre um estresse moderado estão enganando a si mesmos.

(1) Nota da tradutora: a autora é inglesa e o sistema de internato é muito comum no Reino Unido.



E pra falar que minha flor ta um grude comigo! rs *-* é cansativo sim! mas muito recompensador pois  ver o sorriso lindo e banguela dela todas as manhãs é a certeza de que estou no caminho certo! ^^

 


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segunda-feira, 12 de setembro de 2011


Super recomendo: Besame Mucho

"Bésame mucho - como criar os seus filhos com amor" , do pediatra Dr. Carlos González.



Resenha:

Costuma dizer-se que os bebés não vêm com manual de instruções; contudo, nos nossos dias, o problema parece ser o oposto. Os pais vivem rodeados de «manuais de instruções», seja sob a forma de livros, de publicações especializadas ou simplesmente de conselhos de pediatras. Proliferam as opiniões, e as filosofias das diversas escolas de puericultura e pedagogia são cada vez mais diversificadas. Neste sentido, é difícil para os pais confiarem no seu instinto ou no seu primeiro impulso. Bésame Mucho vem devolver aos pais a confiança naquele sentimento que está por trás de tudo aquilo que os pais sentem, desejam e fazem os filhos: o amor. O Dr. Carlos González, pediatra e autor de renome, defende uma nova educação baseada no amor, no respeito e na liberdade. Uma leitura acessível, agradável e repleta de exemplos práticos.

Fonte: Segredos de Mamãe

O livro contrária muitas teorias que defendem uma educação rígida, trazendo uma nova educação, baseada no amor, no respeito, na liberdade e no carinho. Mostrando o quanto é importante atender as necessidades afetivas da criança. Atenção, carinho e amor nunca é demais para com nossos filhotes.

Conheci o livro através da comunidade do orkut: Solução para noites sem choro 

Uma pessoa maravilhosa me enviou por e-mail, tenho a versão em espanhol e português. Se alguém se interessar é só deixar o e-mail que envio, okays?! 

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domingo, 11 de setembro de 2011


7 Meses da minha flor

Filha, ontem você fez 7 meses e como você esta crescendo rápido linda e esperta!!
Já aprendeu a bater palminha é tão fofa *-*
Senta sozinha só que se joga pra trás com tudo /o\  desespero que dá
Esta usando o andador, porém por enquanto so anda de ré .. rsss
Descobriu os dedos do pé
Quer ficar em pé o tempo todo (grita e chora pra gente levantar com você)
Bate um brinquedo no outro e costuma dar tapinhas nas nossas costas, mãos, braços .. rss enfim o que você gostaé de batucar.. rs
Come muiito bem
Não gosta de carrinho nem de ficar no berço  (gosta mesmo é de colinho)
Continua estranhando as pessoas e lugares
Fala bastante mama, baba, éébaaa e mais um amontoado de silabas que a mamãe ainda não decifrou..

Mamãe já percebeu que você é beem nervosinha puxou o papai .. rss


algumas fotenhas: ~



Meu Papai


Minha titia Mari

Minha mamãe



Filha esses 7 meses transformou o mundo da mamãe pra sempre e para muuuito melhor!! mamãe, papai, avós e avôs, titias, titios e pessoas mais que queridas te amam muitoo minha pequena!
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011


No Mundo dos Sons

A música é o verbo do futuro. 
 Victor Hugo

Minha pequena desde já se mostra apaixonada por música. puxou a mamãe e o papai ..

A música é perfeita para desenvolver a sensibilidade aos sons e diversas qualidades, como concentração, coordenação motora e socialização.

Playlist favorita da Sayuri:

The Call - Regina Spektor (para de chorar so de ouvir, e aos 3 meses começou a balbuciar ouvindo a música)
Sweet Jardim - Tiê
Teatro Mágico
You and me - Feldberg (dorme escutando ela)
 Amar não é pecado - Luan Santana ( mamãe não curti não!! mas você se diverti escutando com a vovó Maria)

A maravilhosa coleção Babies go com versões instrumentais, num ritmo desacelerado, de grandes bandas dos anos 70, 80 e 90. O que é uma ótima forma de apresentar músicas de qualidade pra minha filhota. Escutavamos desde que ela estava na minha barriga.












Mamãe influência muito no que você escuta . Assim quando você crescer, já vai estar no bom caminho! . rss






E os Dvds também são sucesso garantido, assiste pulando e dando gritinhos .. rss
Seus preferidos são:

Galinha Pintadinha (gosta mais do 2)



Baby Einstein - descobrindo as formas:



Baby Einstein - Baby Van Gogh:



E os The Backyardigans:




E quando escuta a abertura da novela Morde & Assopra para tudo que ta fazendo pra ver, se diverti pula e da gritinhos de alegria ... \o/






Deu pra perceber que minha pequena ta beem eclética ... rss Mas ainda vamos descobrir muitas coisas sobre o gosto musical da minha flor.

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terça-feira, 6 de setembro de 2011


Sucesso com as papinhas e frutas

Filha, você está surpreendendo a mamãe, está aceitando muito bem as papinhas e frutas. Seus preferidos são mandioquinha e chuchu, já experimentou: batata, cenoura, chuchu,  mandioquinha, couve bem amassadinha com a papinha e até da beterraba você gostou! rs A carne e frango mamãe achou melhor começar depois do 7 meses. Começamos com as frutas e você super gostou, já comeu mamão seu preferido até agora, laranja lima, banana, maça você não curtiu muito .. rss 


Estamos indo devagar apresentando aos poucos, uma coisa de cada vez pra ver se você não tem reação, e também vai experimentando o gosto de cada fruta e legume, assim fica mais fácil saber do que você gosta minha comilona linda.  
  


Continua mamando em livre demanda nos outros horários. Peito antes e depois de cada papinha. E assim seguimos, quando chegar aos 7 meses e falta muito pouco vamos começar com duas refeições ao dia. O que não vai ser dificil ja que realmente tenho uma "Magali"rs..









Sobre a preparação dos alimentos:




No início da alimentação complementar, os alimentos oferecidos à criança devem ser preparados especialmente para ela. Os alimentos devem ser bem cozidos. Nesse cozimento deve sobrar pouca água na panela, ou seja, os alimentos devem ser cozidos apenas em água suficiente para amacia-los. Ao colocar os alimentos no prato, amasse-os bem com o garfo e a consistência deverá ter o aspecto pastoso (papa/purê), não havendo necessidade de liquidificador. O liquidificador deixa o alimento mais ralo e com as fibras “quebradas”. Quando estão inteiras, as fibras ajudam a movimentar os intestinos da criança. O problema das peneiras é a dificuldade de limpá-las, por isso, podem contaminar o alimento e causar diarréia no bebê. A importância de se oferecer papinhas amassadas, nunca batidas no liquidificador, e de logo depois passar para alimentos semi-sólidos e sólidos em pedaços, não deriva somente do objetivo de se criar um bom hábito alimentar, visando acostumar a criança a se alimentar de forma consciente, visualizando os alimentos e distinguindo seus sabores.
Trata-se, também, da necessidade de se exercitar os músculos maxilares para assim prepará-los para suas demais funções, tais como a fala e deglutição. Através da mastigação serão desenvolvidos movimentos de língua, lábios e mandíbula importantes na preparação da musculatura da boca para a articulação.


*6 A 7 Meses: CONSISTÊNCIA PASTOSA;


*8 A 9 Meses: CONSISTÊNCIA SEMI-PASTOSA;


*10 A 12 Meses: CONSISTÊNCIA QUASE NORMAL;


*12 A 24 Meses: CONSISTÊNCIA SEMELHANTE À DA ALIMENTAÇÃO DA FAMÍLIA.

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sábado, 3 de setembro de 2011


Sorteio 10 Fotos Scrapbook Digital!

Estamos participando do sorteio que está acontecendo no blog Vidinha minha da Rivânia \o/






E Boa sorte pra nós!!!!!! rs
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